Dr. Thiago Bittencourt

Cirurgia de pé e tornozelo: como se preparar

Cirurgia de pé e tornozelo: como se preparar

Procedimentos cirúrgicos sempre causam receio, independente da sua gravidade e do local que será operado. Quando se trata de uma cirurgia de pé e tornozelo não é diferente. 

Por isso, é importante saber que, além do momento da cirurgia, os cuidados que devem ser seguidos no pré e no pós-operatórios são, também, essenciais para o sucesso do procedimento. Além disso, conversar com o médico e esclarecer todas as dúvidas também fazem parte da preparação. 

O que devo fazer no pré-operatório da cirurgia de pé e tornozelo

Cuidar da alimentação

Uma alimentação leve e balanceada ajuda a fortalecer o organismo. Além disso, o tipo de alimento consumido poderá influenciar no resultado da cirurgia e no pós-operatório. Um exemplo é a vitamina C, que possui micronutrientes importantes no processo de cicatrização, além de agir como antioxidante, combate possíveis inflamações.

Leia mais: Qual a relação da alimentação saudável e a saúde dos pés?

Observar o jejum recomendado

Como em toda cirurgia, é recomendável que o paciente esteja em jejum devido à anestesia. Por isso, deve-se suspender a alimentação e a ingestão de líquidos no dia anterior ou seguir a indicação de horas sugerida pelo médico.

Evitar o tabagismo

O cigarro deve ser banido durante o pré-operatório pelo menos  nas quatro semanas que antecedem a cirurgia. O cigarro age diretamente no organismo e interfere na oxigenação do fluxo sanguíneo, principalmente nas extremidades do corpo humano, além de comprometer o sistema respiratório. O cigarro também retarda processo de recuperação e deixa o paciente propenso a infecções e problemas de cicatrização.

Leia mais: Como tratar a cicatriz da cirurgia de pé?

Diminuir o consumo de bebidas alcoólicas

Por agir diretamente no o sangue, o álcool prejudica a coagulação e aumenta o risco de sangramento durante a cirurgia, por isso, o consumo deve ser evitado por dois dias antes da cirurgia.

Conversar com o médico sobre medicamentos de uso frequente

Todo tipo de medicamento e substância que altere a coagulação do sangue deve ter seu uso interrompido. Porém, antes de cortar tais remédios, é preciso que o médico que faz o acompanhamento esteja ciente e de acordo com a suspensão.

Realizar os exames e consulta de risco cirúrgico

É importante realizar todos os exames recomendados pelo médico, que geralmente são: hemograma completo, coagulograma, risco cirúrgico cardiológico com eletrocardiograma, dosagem de sódio e potássio, ureia e creatinina, além da avaliação anestesiológica. 

Anotar todas as suas dúvidas e perguntar ao médico

Para que não haja dúvidas sobre o procedimento, esclareça todas as questões com o seu médico. Pergunte tudo que tem curiosidade de saber e não tenha vergonha de perguntar. Assim, você fica mais seguro em relação à cirurgia. Faça uma lista de perguntas para que não reste dúvida. 

Se preparar para o pós-operatório  da cirurgia de pé e tornozelo

Antes mesmo da cirurgia, já esteja preparado para o período que sucede o procedimento. Peça ao médico uma lista do que será preciso providenciar.  Medicamentos, bota ortopédica, muletas, bem como outros itens serão necessários para auxiliar a recuperação.

Como o pós-operatório é um período complicado em que os movimentos podem ficar limitados, é importante que o paciente se organize antes da cirurgia e tenha algum parente ou amigo para auxiliá-lo durante esse tempo.

Pequenos deslizes podem não só comprometer a cirurgia de pé e tornozelo como, também, causar complicações graves. Por isso, disciplina é essencial! Esteja ciente de tudo que será necessário fazer e siga atentamente as instruções do médico. 

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como ortopedista em São Paulo!

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Como é a cirurgia de fratura no 5º metatarso?

Como é a cirurgia de fratura no 5º metatarso?

O metatarso é o nome dos ossos localizados no ante pé e que fazem conexão com os ossos dos dedos. O 5.º metatarso articula-se ao dedinho, enquanto o 1.º interliga-se ao dedão. Esse conjunto de ossos pode ser muito sensível a dores. Entretanto, o 5.º é ainda mais vulnerável, já que ele absorve grande parte do impacto durante o ato de caminhar e correr. Quando um indivíduo possui a pisada errada ou utiliza calçados inapropriados, esse osso fica mais sobrecarregado. 

Fratura do 5.º metatarso

Quando o osso que faz a conexão com o mindinho sofre uma fratura, o tratamento é feito, geralmente, por meio de gesso ou bota para o restabelecimento ósseo. Contudo, em casos mais específicos, é necessário recorrer à cirurgia. 

Leia mais: Entenda a fratura de Neymar: lesão do 5º metatarso

As fraturas podem ser agudas, quando acontece uma lesão súbita, como no caso de torções; ou por estresse, quando o trauma é causado por um esforço, devido à sobrecarga que o osso sofre. A lesão pode ocorrer devido a: 

  • queda de objetos sobre o pé, 
  • torções, 
  • quedas, 
  • pancadas, 
  • movimentos repetitivos, 
  • sobrecarga contínua,
  • acidentes.

Quando a cirurgia é necessária?

A gravidade da fratura e o que irá determinar qual o tipo de tratamento dependem do local em que houve o trauma, da extensão do problema e se o osso sofreu deslocamento. O 5.º osso é dividido em 3 áreas de fratura, como será explicado a seguir.

Na zona 1, as fraturas acontecem na ponta da 5.ª base do osso e são conhecidas como fraturas por avulsão. Geralmente são fáceis de serem tratadas e não requerem cirurgia. A cicatrização acontece entre 6 e 8 semanas, com a utilização de gesso ou bota. 

Quando acontecem na zona 2, as fraturas estão localizadas na interseção entre a base e o eixo do 5º osso. Elas são conhecidas, também, como fraturas de Jones e possuem grandes chances de não se cicatrizarem. Por isso, elas tendem a acontecer repetidas vezes. Esse é o tipo de fratura que requer tratamento cirúrgico. 

Outro tipo de fratura em que o procedimento cirúrgico pode ser necessário é a que ocorre na zona 3. Frequentemente ocasionada em atletas, essa fratura é causada por estresse. É necessário recorrer à operação devido à demora de recuperação e cicatrização, além do risco de futuras fraturas no mesmo local.

Leia mais: Fratura por estresse dos pés: o que é e como tratar? 

Como é a cirurgia?

A cirurgia é realizada por um pequeno furo, para a inserção de um parafuso, que une as partes lesionadas e as comprime. Para isso, é utilizada uma máquina de raio-x, que serve como guia. Quando há a necessidade de enxerto ósseo, como em casos de fratura crônica ou falha no tratamento convencional, o cirurgião ortopedista poderá realizar outra incisão, para a realização do procedimento. 

Para a recuperação do pé, o paciente utiliza tala e curativo para a cicatrização. É preciso que ele fique de repouso e, só após 14 dias, utilize o calcanhar para apoiar o pé. Entretanto, esse período em que o paciente não poderá pisar pode chegar a 6 semanas, de acordo com o caso. 

A fratura no 5º metatarso pode ser bastante trabalhosa, ainda mais quando se trata de casos em que a cirurgia é necessária, já que o pós-operatório e o período de recuperação exigem muito do paciente.

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Como é a cirurgia de pé cavo?

Como é a cirurgia de pé cavo?

O pé cavo é uma deformidade que se caracteriza por o arco do pé ter uma curvatura acima do normal. Em alguns casos, a curvatura do arco plantar é acentuada a ponto de não deixar que grande parte do pé toque o chão. 

Um indivíduo que possui esse tipo de alteração anatômica nos pés pode sentir muita dor, além de estar sujeito a lesões e instabilidade no tornozelo. 

Isso ocorre porque o pé suporta todo o peso do corpo humano. Entretanto, essa característica faz com que a distribuição do peso e o amortecimento de impacto não sejam eficientes. De tal sorte que leva a uma compressão dos metatarsos, em um nível posterior, devido à pressão exercida no calcâneo, e em nível do mediopé, na fáscia plantar, o que pode originar esporão de calcâneo.

Quais as causas do pé cavo?

O pé cavo pode ter origem neurológica, ortopédica ou neuromuscular. Essa característica possui causa hereditária e evolutiva. Além disso, pode estar associada a doenças neurológicas, como a charcot-marie-tooth (CMT), que afeta os nervos periféricos progressivamente; a paralisia cerebral; e o acidente vascular cerebral (AVC). 

Cada caso apresenta um tipo de progressão, porém aqueles relacionados a problemas neurológicos podem se intensificar com o tempo. Nas demais origens, a característica não apresenta evolução.

Tipos de tratamento

Em muitos casos, não é necessário tratamento, apenas acompanhamento médico, para observação de uma possível progressão. Ainda assim, quando o paciente apresenta sintomas causados por essa deformidade, pode recorrer ao tratamento convencional.

Nesse tipo de tratamento, pretende-se corrigir a falha anatômica e a pisada, por meio de palmilhas específicas e calçados apropriados, que têm o papel de distribuir o peso do corpo no pé e auxiliar no amortecimento. No combate à dor, recorre-se à fisioterapia, que atua, também, no fortalecimento e no alongamento. Além disso, a fisioterapia contribui para a qualidade da pisada e do movimento do pé. 

A cirurgia torna-se necessária apenas quando o caso é grave e provoca no paciente dor intensa e incessante. 

Como é a cirurgia de pé cavo?

O principal objetivo do procedimento cirúrgico é fazer a correção do pé de maneira que o peso do paciente fique distribuído corretamente ao longo do membro.

A correção desta deformidade no pé pode ser bastante delicada, já que são feitos reposicionamento e realinhamento dos ossos. Além dos ossos, o cirurgião ortopédico poderá verificar a necessidade de realizar procedimentos nos tendões, nos músculos, nas articulações e também nos dedos dos pés, já que todos esses elementos podem contribuir com a formação desse formato côncavo.

A recuperação da cirurgia pode ser delicada e demorada. São, no mínimo, 6 semanas sem poder apoiar o pé no chão. Esse período é necessário para que os ossos, as articulações e os ligamentos se reabilitem. O resultado pode ser percebido apenas 1 ano após a realização da operação. 

Os cuidados pós-operatórios são essenciais para que não haja risco de complicações, que podem causar o retorno da deformidade e a cicatrização incompleta do osso. 

Um pé cavo pode causar lesões e dores incessantes em um indivíduo. Por isso, procurar ajuda médica para avaliar qual é a melhor forma de tratamento é ideal para a correção da deformidade e a eliminação da dor. 

 

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Sabia que é possível ler a sua pisada?

Sabia que é possível ler a sua pisada?

Quando o pé toca no chão ao andarmos, ele faz o movimento em que o calcanhar é o primeiro a alcançar a superfície do solo. A maneira com que esse impulso é dado tem um impacto no pé de cada indivíduo. Isso explica o motivo pelo qual alguns calçados possuem a parte posterior desgastada em um local específico. A pisada pode ser determinada por fatores anatômicos. Dessa forma, fatores como o formato dos pés, a rotação dos joelhos e a flexibilidade das articulações são fundamentais. Esse é um dos motivos que fazem com que os calçados não sejam confortáveis para todas as pessoas.

Tipos de pisada

Apesar de cada pessoa pisar de uma maneira diferente, as pisadas são categorizadas em três tipos. Conhecer e saber identificar qual o seu tipo é importante para saber escolher o tipo de calçado e evitar lesões, principalmente durante a atividade física. 

Leia mais: Tipos de pisada: Como identificar o seu

Neutra

A pisada neutra seria a maneira mais correta de colocar os pés no chão, posto que denota alinhamento entre o joelho e o calcanhar. Em suma, esse tipo de pisada utiliza todo o pé ao andar. Além disso, faz com que o peso do corpo seja distribuído de maneira mais homogênea, proporcionando mais estabilidade. 

Estima-se que menos da metade da população mundial tenha esse perfil: cerca de 45% das pessoas. Para identificar esse tipo de pisada, basta observar no tênis e demais calçados um desgaste por igual em todas as partes do solado.

Supinada

A pisada supinada é caracterizada pela projeção da carga corporal para a lateral externa dos pés, pelo afastamentos dos joelhos e pela curva acentuada nas solas, conhecida também como pé cavo. Ou seja, quem pisa desta maneira usa como apoio a parte externa do calcanhar. Por isso, o calçado desse tipo de pisada possui um grande desgaste nessa região.

Pronada

Quem tem a pisada pronada utiliza o lado externo do calcanhar para andar, porém, neste caso, ocorre uma rotação acentuada do pé para dentro, fazendo com que a passada seja finalizada perto do dedão. Esse tipo é o mais popular, atingindo cerca de 50% da população, principalmente mulheres. O desgaste do calçado pode ser observado na parte interna do solado.

Leia mais: É possível corrigir a pisada pronada?

Outra maneira de identificar o tipo de pisada

Além de observar o solado do calçado, outra maneira de se descobrir o tipo de pisada é fazendo o teste. Para isso, molhe a sola do pé e ande em folhas de jornal. A pegada ficará marcada como se fosse um carimbo, tornando mais fácil a identificação conforme as características. Na pisada normal, a área molhada no jornal será mais uniforme. Pessoas que possuem a pisada pronada farão com o pé uma marca maior. Já aqueles que possuem a pisada supinada terão o calcanhar e a ponta do pé como áreas mais marcadas. 

Leia mais: 3 dicas na hora de comprar o tênis certo para esportes

Entretanto, a maneira mais correta e garantida de se descobrir o tipo é consultando com um ortopedista.

Problemas ortopédicos podem ser causados por cada tipo de pegada. Quem tem a pronada pode desenvolver contusões nos ossos do pé e da perna, além de sentir dores no joelho e instabilidade nos tornozelos. Já quem possui pisada supinada tende a ter dores e inflamações no tecido da planta do pé, além de desgaste na patela. Lesões, dores nas costas e deformidades ósseas também podem ser causados pela forma errada de pisar. Por isso é importante corrigir e neutralizar essa forma de pisar. 

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Torção no tornozelo: dicas de alongamento

Torção no tornozelo: dicas de alongamento

Caminhar em pisos irregulares, pisar em falso e utilizar calçados inapropriados são alguns fatores que podem provocar torção no tornozelo. A lesão ocorre quando alguém movimenta o tornozelo de forma anormal, sobretudo acidentalmente. Esse movimento incorreto força a articulação, de tal forma que a capacidade elástica dos ligamentos se excede. 

Classificações da torção no tornozelo

A torção mais frequente é aquela em que ocorre a inversão do pé, forçado a articulação para o lado de dentro. Em casos mais raros, acontece a eversão, isto é, quando o pé vira para o lado de fora. Apesar de ser muito comum e um problema aparentemente simples, a torção pode provocar lesões sérias, comprometendo gravemente a articulação. A torção é dividida em 3 categorias:

1 — leve: quando os ligamentos se distendem, mas não se lesionam internamente. Apesar da dor e do inchaço, a articulação não fica comprometida. Para tratar o problema, utilize compressas de gelo e deixe o pé elevado;

2 — moderada: em entorses moderados, os ligamentos se distendem mais que a capacidade elástica deles permite. Isso faz com que ocorram lesões internas, que podem causar ruptura parcial ou integral dos ligamentos. Quando a torção é bem tratada, as lesões se cicatrizam e a articulação volta a funcionar normalmente. É possível que a imobilização seja necessária. Além disso, é preciso fazer compressas e fisioterapia;

3 — grave: os ligamentos e a cápsula articular se rompem parcial ou totalmente, causando instabilidade na articulação. Quando uma torção é grave, muitas vezes o ligamento pode não cicatrizar por completo. Alguns casos requerem imobilização, outros, mais graves, pedem tratamento cirúrgico. 

Leia mais: Como prevenir a entorse no tornozelo

Dicas de alongamento para torção no tornozelo

Para evitar entorses, algumas medidas podem ser tomadas. Uma delas é o fortalecimento muscular do pé e do tornozelo, o que garante mais estabilidade. A vantagem desse tipo de exercício é que ele pode ser feito em casa. A recomendação é que seja realizado 2 vezes ao dia, após a recuperação total do entorse. 

  • Vaivém

Enquanto estiver sentado, faça com os pés o movimento de levantar e abaixar a ponta, trazendo-o mais perto da canela e levando-o em direção ao chão. Repita a sequência por 10 vezes em cada pé. Ao realizar o movimento, você sentirá um alongamento na panturrilha. Esse exercício é importante porque ele trabalha a musculatura responsável pelo movimento de elevação da parte anterior do pé. 

  • Andar em linha

Para melhorar o equilíbrio, trace uma linha no chão e caminhe por ela com um pé na frente do outro.

  • Fortalecimento de eversores 

Sente-se próximo a uma parede com uma bola. O objetivo é que o pé faça um movimento como se estivesse dando “tchau”, empurrando a bola contra a parede com a parte lateral do pé. Esse exercício proporciona estabilidade, evitando, assim, futuras torções.

  • Alongamento na escada

Em uma escada, fique apenas com a ponta dos pés no degrau, e o resto dos pés, fora. Movimente o calcanhar para baixo e para cima 10 vezes. 

Leia mais: 5 melhores alongamentos para amenizar as dores no pé

  • Ponta do pé para cima

Ande com a ponta do pé para cima, para melhorar o equilíbrio.

  • Ande em superfície macia

Utilize um colchão para caminhar, simulando um solo instável. Esse exercício, além de dar mais estabilidade para o tornozelo, melhora o equilíbrio. 

É importante lembrar que, em todos os casos de torção no tornozelo, os exercícios e alongamentos agem consideravelmente como ferramentas de prevenção, equilíbrio e fortalecimento.  

 

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Cirurgia de pé e tornozelo: como evitar o contato com o chão após o procedimento

Cirurgia de pé e tornozelo: como evitar o contato com o chão após o procedimento

Passar por um procedimento cirúrgico requer disciplina. Além de seguir as orientações dadas pelo médico antes da operação, o paciente deve seguir estritamente as recomendações que são feitas para o período do pós-operatório, a fim de ter uma recuperação tranquila e sem complicações. Quando se trata de uma cirurgia de pé e tornozelo não é diferente.

Em procedimentos ortopédicos o pós-operatório é primordial para o sucesso da operação. Por ser um período em que, muitas vezes, é necessária a limitação dos movimentos, o paciente pode encontrar dificuldades em seguir com rigor as orientações. 

Portanto, neste artigo vou te dar algumas dicas de como evitar colocar o pé no chão após uma cirurgia. Acompanhe.

Por que é importante poupar o pé e o tornozelo após a cirurgia?

O pé possui 26 ossos, 33 articulações e mais de centenas de músculos, tendões e ligamentos. A ele cabe suportar todo o peso do corpo, que se multiplica por quatro quando corremos, ao passo que desempenha também o papel de amortecer. Por isso, apoiar o pé no chão após uma cirurgia pode ser prejudicial. 

Os componentes do pé e do tornozelo – ossos, ligamentos, músculos, articulações e tendões – são elementos que necessitam de tempo para se recompor e se curar. Quando é preciso, então, recorrer ao uso de pinos e placas, é imprescindível cuidados ainda mais rigorosos. Sobretudo porque o ato de apoiar o pé pode não só retardar a recuperação, como também comprometer o resultado da cirurgia e causar complicações.

Leia mais: Afinal, o que é um ligamento?

Outro motivo importante de manter os pés elevados é o controle do edema, comum nesse tipo de cirurgia. Além disso, deixar o tornozelo e o pé de repouso podem ajudar no controle da dor. 

Como evitar o contato com o chão após uma cirurgia no pé e no tornozelo?

Agora que você sabe o motivo pelo qual é importante não apoiar o pé e o tornozelo após um procedimento, veja as alternativas que ajudam não processo de recuperação. O aparelho escolhido para auxiliar a locomoção, o tempo de uso irão depender do local afetado. Além disso,  a cirurgia foi realizada e a gravidade da situação também são fatores importantes. 

Muletas axilares

A muleta axilar se encaixam sob os braços e são ajustáveis. O paciente deve deixar a muleta a 3 centímetros abaixo da axila para facilitar a locomoção. Já a altura da pega deve ser a mesma do quadril. 

Andador de joelho

O andador de joelho é uma alternativa para quem não se adaptou ao uso da muleta. Conhecido também como scooter de joelho, permite que o paciente projete o seu corpo com apenas uma perna, enquanto a outra se mantém no equipamento. Ele pode ser muito útil, já que possui compartimento que serve de apoio para guardar bolsas e sacolas de compras. Infelizmente no Brasil temos muita dificuldade de encontrar esta órtese.

Scooter sentado

Possibilita que o paciente pós-operado fique sentado e não precise se usar as pernas para se locomover. Ela funciona como uma cadeira de rodas, porém possui motor e dá mais autonomia ao paciente. 

Cadeira de rodas

A tradicional cadeira de rodas também é uma alternativa para quem fez uma cirurgia e não pode apoiar os pés e o tornozelo no chão. 

Leia mais: Como se preparar para uma cirurgia no pé

Os cuidados após uma cirurgia de pé e tornozelo devem ser levados a sério. Além de evitar apoiar o pé no chão, o paciente deve ser zeloso ao tomar banho. Além disso, deve fazer a troca de curativos e ficar atento em relação aos horários da medicação. Seguindo as recomendações do médico ortopedista, a recuperação torna-se mais rápida e ajuda no sucesso do procedimento. 

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Pé e tornozelo: como saber se você precisa de um ortopedista especialista

Pé e tornozelo: como saber se você precisa de um ortopedista especialista

Torções, lesões, patologias e deformidades podem causar dores e problemas no pé e tornozelo. Além de sustentar todo o peso do corpo, a região, que é formada por uma rede de ossos, ligamentos, tendões e músculos, possui papel fundamental para a movimentação do corpo humano. Por isso ela está propensa a sofrer traumas e desgastes. 

De acordo com a Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé (ABTPé), mais de 70% da população mundial sofre com dores nos pés e tornozelos. sendo que as principais causas podem ser facilmente evitadas no dia a dia. O uso de calçados inapropriados, prática de atividade física incorreta, excesso de peso, permanecer em pé por muito tempo e postura são alguns fatores que demandam muito da região e que podem sobrecarregá-la, ocasionando diversos problemas.

Quando os pés e os tornozelos começam a dar sinais de que algo está errado, é hora de procurar um especialista, pois pode ser indício de que problemas e patologias estão presentes.

Leia mais: 5 motivos para procurar um cirurgião ortopédico

Mas, então, quando procurar um especialista em pé e tornozelo?

Mesmo que você não tenha passado por situações em que a busca por este profissional é instintiva, como em caso de machucados e acidentes, você deve procurar um especialista em pé e tornozelo quando:

  • você sente dor por mais de 72 horas;
  • uma perna ou um pé esteja inchado por mais de um dia;
  • a dor fica acentuada durante a atividade física ou no simples ato de andar;
  • você sente dor mesmo com as pernas em repouso ou elevação;
  • há um surgimento súbito de uma deformidade no pé;
  • surge infecção;
  • há achatamento do arco do pé;
  • surge o desenvolvimento de bolha ou úlcera que passou desapercebido;
  • um machucado não está curando;
  • há perda de sensibilidade;
  • há sensação constante de fadiga;
  • o formigamento se torna comum;
  • há rigidez generalizada ou localizada ao acordar.

Leia mais: Como avaliar as alterações nos pés: normal ou anormal

O que devo observar para relatar ao médico?

Durante a consulta, é importante que você tenha em mente todas as características e informações possíveis sobre os sintomas que você está sentindo. Uma dica é anotar as particularidades desses sintomas e também o seu histórico clínico. Por isso, relate ao médico ortopedista:

  • Onde é exatamente a dor;
  • Quando a dor começou;
  • O que parece piorar a situação;
  • Se a dor é contínua ou é sentida somente em alguns momentos;
  • Se o sintoma apareceu após alguma situação;
  • Se você possui alguma outra doença, mesmo que seja de origem de outra especialidade;
  • Quais medicamentos você toma.

Leia mais: Guia anatomicamente correto do pé; identifique melhor suas dores

Por que procurar um ortopedista?

A ortopedia é uma especialidade que trata não apenas dos ossos, como também das articulações, dos músculos e dos ligamentos, sendo responsável por todo sistema locomotor do corpo humano. Por isso, além de tratar traumas como fraturas, o médico ortopedista é capacitado para diagnosticar e acompanhar doenças que afetam todo o aparelho músculo esquelético. Para se tornar um ortopedista, é necessário que um médico realize especialização na área, que pode durar de três a seis anos, além da faculdade de medicina que dura seis anos. 

Artrose, lesões, fraturas, infecções, joanete, metatarsalgia, talalgias, deformidades e diabetes são algumas das patologias que podem acometer o pé e tornozelo. Sendo evitáveis ou não, esses problemas, devem ser prevenidos acompanhados e tratados por um ortopedista especialista. 

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O que é artrodese tripla?

O que é artrodese tripla?

A artrodese tripla é um procedimento cirúrgico realizado, geralmente, em pacientes que possuem degeneração articular causada pela artrite ou em casos de deformidades graves em pé plano. 

O pé é composto por diversas estruturas de ossos, articulações, ligamentos, músculos e tendões. Quando um indivíduo possui um quadro de dor incapacitante, em que não há perspectiva de melhora, já que as articulações do pé estão em estado avançado de desgaste, a artrodese passa a ser uma opção. 

A cirurgia é feita com o objetivo de aliviar a dor na parte posterior do pé, melhorar a estabilidade do corpo e, em alguns casos, corrigir a deformidade do referido membro, por meio da fusão das 3 principais articulações do retropé: a articulação subtalar, a articulação calcaneocubóidea e a articulação talonavicular.

Em quais casos a artrodese tripla deve ser realizada?

O procedimento cirúrgico é indicado quando o tratamento convencional não é válido, como em casos de artrite grave, instabilidade e deformidade. Além disso, ela é indicada também em casos graves de pé chato, conexões anormais entre os ossos, arco plantar excessivamente elevado e instabilidade articular devido a doença neuromuscular.

Leia mais: Artrose tem cura? Resumo da doença

Quando a cirurgia não é uma opção?

A cirurgia não é indicada para crianças ou jovens, já que a deformidade poderá continuar acontecendo ao longo da fase de crescimento. Por ser um procedimento delicado, a artrodese não é uma opção para quem tem baixo potencial de cura, é fumante ou que possui infecções ativas. 

Leia mais: Alteração da pisada nas crianças: quando se preocupar

Como é feito o procedimento?

Para realizar a artrodese, o cirurgião ortopédico realiza 2 incisões, uma em cada lado do pé do paciente. Assim, o médico pode organizar a região, ajustando as superfícies ósseas, reparando os defeitos e tratando a cartilagem articular. Assim que as 3 articulações estiverem preparadas, elas são posicionadas com a ajuda de um suporte, que auxilia na estabilização da reconstrução e promove um ajuste da junção. 

Para auxiliar no procedimento, o cirurgião utiliza um aparelho de raio-x, que verifica o posicionamento correto da fusão.

Como é o pós-operatório da artrodese tripla?

O pós-operatório da artrodese pode ser bastante delicado, uma vez que é exigido repouso do paciente por várias semanas. Nesse período, é fundamental que o paciente fique com o pé elevado, com o objetivo de minimizar o inchaço e permitir a cicatrização da pele. O tempo médio de recuperação pode chegar a até 1 ano, sendo que, no primeiro mês, o indivíduo deve permanecer imobilizado. 

A fisioterapia é um fator fundamental para a recuperação, pois é nela que o paciente fará o fortalecimento da musculatura da região. Além disso, os exercícios fisioterápicos irão proporcionar também estabilidade e força para o restabelecimento da rotina e o aumento da mobilidade da articulação. 

É comum que o paciente que se submete à artrodese desenvolva gradualmente a artrite em outras regiões do pé e do tornozelo. Entretanto, essa condição pode demorar anos para surgir e, em muitos casos, ser imperceptível.

A artrodese tripla pode causar certa rigidez e limitar alguns movimentos no paciente. Mas a melhora da qualidade de vida devido ao sumiço da dor é tamanha que tal consequência torna-se insignificante. 

 

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Como praticar a boa higiene dos pés

Como praticar a boa higiene dos pés

Apesar de não sentirmos tanto o impacto do nosso corpo sobre os pés, diariamente eles são expostos à intensa sobrecarga quando estamos de pé, tanto em movimento, como parados. Por isso, cuidar dos deles é fundamental. E tudo começa com uma boa higiene dos pés.

Cuidar dos pés deve ser uma ação primordial a se fazer para mantermos o bom equilíbrio corporal, afinal, são eles os grandes responsáveis por nossa sustentação. Os cuidados com os pés são basicamente, higiene, conforto e pequenos exercícios funcionais. Esses exercícios ajudarão a manter a qualidade dos movimentos e de amplitude dos pés.

Ao cultivar hábitos simples podemos ter mais conforto, e prevenir probleminhas como as micoses, frieiras e chulé.

Leia mais: Unha encravada: 6 cuidados que você deve ter para evitar

Higiene dos pés

Cuidar diariamente dos pés é uma forma de evitar doenças e problemas futuros. Separamos algumas dicas de cuidados:

  • Lave com uma escovinha ou esponja todo o pé, inclusive entre os dedos e as unhas. Se possível, passe também um esfoliante específico para pés;
  • Depois do banho, não se esqueça de enxugá-los bem, não calce os sapatos com eles úmidos. Isso causa mal cheiro e pode desenvolver micoses;
  • Antes de dormir, lave os pés e passe um creme hidratante para evitar o ressecamento da pele e as terríveis rachaduras;
  • As unhas dos pés devem ser cortadas e limpas de 15 em 15 dias, mas tente não deixá-las curtas demais porque podem encravar;
  • Lixe os pés toda semana ou use esfoliantes para eliminar o excesso de células mortas e formação de calos. Evite andar descalço para não engrossar a pele;
  • Calce sapatos sempre limpos e depois de usá-los lave-os antes de guardar. Esse processo, principalmente com sapatos fechados, pode prevenir micoses e chulé;
  • Meias de algodão são bem-vindas, pois os tecidos sintéticos são especialistas em causar chulé. Porém, elas precisam ser trocadas diariamente os sapatos também precisam respirar: se puder alterne os pares, faça um rodízio, e deixe os que estão descansando tomando um sol lá na varanda.

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Cuidado com os pés

Além da higienização é importante tomar alguns cuidados com os pés. A atenção ao sapato é importante. Use sempre um sapato no tamanho ideal para o seu pé (em média um calçado 15mm maior que o tamanho do pé), com bom amortecimento para prática de atividade física e evitando o uso de saltos altos em excesso

Se possível, ao praticar atividades físicas inclua exercícios para os pés. Faça movimentos funcionais de amplitude e alongamento; inversão e eversão do pé (movimentos amplos e lateralizados); exercício de liberação, com uma bolinha na planta do pé, por exemplo (movimentos circulares); use bombinha de panturrilhas (movimento de repetição, de flexão e extensão do pé).

No caso de dores nos pés é indicado fazer uma boa avaliação com um profissional capacitado, para que o diagnóstico do problema e da sua respectiva causa seja preciso. Uma pequena dor pode se tornar um problema maior e uma condição no pé pode afetar outras regiões do corpo.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como ortopedista em São Paulo!

Posted by Dr. Thiago Bittencourt in Calçados, Outros, Todos, Unhas
Tenho pé diabético? O que fazer?

Tenho pé diabético? O que fazer?

Estima-se que uma em cada quatro pessoas com diabetes pode ter problemas nos pés ao longo da vida. A polineuropatia diabética (PND), uma complicação que afeta 50% dos pacientes, é o fator causal mais importante para as úlceras nos pés dos pacientes diabéticos, que precedem 85% das amputações. 

Seu aparecimento pode ocorrer quando a circulação sanguínea é deficiente e os níveis de glicemia são mal controlados. Qualquer ferimento nos pés deve ser tratado rapidamente para evitar complicações que possam levar à infecção e consequentemente amputação do membro afetado.

Os sintomas do pé diabético variam conforme as origens das complicações. A maioria dos pacientes relatam sensação de formigamento, queimação ou dormência; pés frios, pálidos, com a pele fina e com pulsos diminuídos, podendo também ficar inchados; vermelhidão (edema), dor, hipersensibilidade e inflamação com pus.

O tratamento do pé diabético deve ser feito com a orientação de um médico especialista, que irá definir o tratamento em função do tipo e da gravidade da lesão. O tratamento pode envolver o uso de antibióticos, pomadas, curativos e, em casos mais graves, cirurgias. O grau de gravidade é determinado pela dificuldade na cicatrização.

Leia mais: Você sabe o que é o pé diabético?

Cuidados com pé diabético

Para evitar complicações, alguns cuidados podem ajudar o paciente com diabetes a não apresentar o problema. São elas:

  • Lave os pés diariamente com água morna e sabonete neutro, secando-os bem com uma toalha macia antes de vestir meias ou sapatos. Não esqueça de secar entre os dedos;
  • Mantenha os pés sempre hidratados;
  • O autoexame é muito importante. O paciente deve examinar os pés diariamente em um lugar bem iluminado. Quem não tiver condições de fazê-lo, precisa pedir a ajuda de alguém.  Procure por feridas, contusões, áreas de pressão, vermelhidão, calor, bolhas, úlceras, arranhões, cortes e problemas nas unhas
  • Fique atento às feridas ou alterações entre os dedos dos pés;
  • Verifique quatro localizações principais a planta de cada pé: ponta do dedão do pé, base dos dedos maior e menor, calcanhar, borda exterior do pé. 
  • Verifique se há perda de sensibilidade no pé ou nos dedos;
  • Corte as unhas dos pés em linha reta. Evite cortar os cantos;
  • Não use soluções antissépticas, medicamentos de farmácia, almofadas de aquecimento ou instrumentos cortantes nos pés;
  • Escolha seus sapatos com cuidado. Experimente sapatos novos no final do dia, quando seus pés estiverem maiores. Os calçados ideais são os fechados, macios, confortáveis e com solados rígidos, que ofereçam firmeza;

Leia mais: 7 dicas para comprar um calçado adequado

  • Não use o mesmo par de sapatos todos os dias;
  • Não caminhe descalço na praia, piscina ou mesmo em casa. Traumas ocorrem em qualquer lugar se há insensibilidade;
  • Use meias sem costura. O tecido deve ser algodão ou lã, evite sintéticos, como nylon;
  • Não fume ou fique de pernas cruzadas por longos períodos, pois ambos diminuem o suprimento de sangue para os pés;
  • Monitore a glicemia, porque os níveis altos fazem o sangue ter mais dificuldade de chegar às extremidades do corpo, inclusive os pés;
  • Tenha uma rotina diária de exercícios para as pernas como elevações, fortalecimento da panturrilha e caminhadas.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como ortopedista em São Paulo!

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