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10 problemas que podem ser corrigidos com o uso de palmilhas ortopédicas

10 problemas que podem ser corrigidos com o uso de palmilhas ortopédicas

As palmilhas ortopédicas são acessórios desenvolvidos especialmente com o objetivo de melhorar a saúde dos pés, assim como do resto do corpo. Elas são bem diferentes dos modelos que vem de fábrica nos calçados.

As palmilhas ortopédicas são usadas com finalidades terapêuticas, considerando-se a necessidade e a condição da pessoa que precisará utilizá-la.

Quer saber mais sobre o assunto? A seguir, listamos alguns dos principais problemas que podem ser corrigidos com esse item. Acompanhe!

Quais condições podem ser tratadas com palmilhas ortopédicas?

As palmilhas podem ser usadas para uma gama muito grande de casos. Lembrando que o primeiro passo é consultar um especialista para que ele possa recomendar a solução ideal. Com relação aos problemas que podem ser tratados, temos:

  1. Diferença entre os membros, quando uma perna é maior que a outra.
  2. Problemas posturais.
  3. Pé torto congênito;
  4. Pé chato e Pé Cavo.
  5. Joanetes.
  6. Tendinite.
  7. Retenção de líquido.
  8. Fascite plantar.
  9. Esporão no calcanhar.
  10. Linfedema.

Por meio desses exemplos, fica fácil perceber a grande variedade de condições que podem ser tratadas. Sendo assim, é importante que a pessoa saiba que não é qualquer tipo de palmilha que poderá ajudar a resolver seu problema. Cada situação exige algo personalizado e um tratamento específico.

Quais são os benefícios do uso de palmilhas ortopédicas?

Adotar palmilhas ortopédicas como um recurso para o tratamento dos problemas apontados anteriormente, oferece uma série de benefícios a curto, médio e longo prazo. Dentre eles, destacamos os citados abaixo:

  • Melhora o bem-estar: a pessoa se sente mais confortável no dia a dia para realizar suas atividades.
  • Ajuda na prática de esportes: algumas pessoas evitam participar de esportes em decorrência de algum problema que poderia ser resolvido ou minimizado com o uso de palmilhas ortopédicas.
  • Menos impacto nas articulações: vários problemas que afetam os pés podem sobrecarregar as articulações fazendo com que outras complicações surjam ou piorem. Com esse acessório, é possível proteger melhor as articulações dos pés e pernas.
  • Melhora a postura: uma postura inadequada também pode trazer vários problemas para a pessoa. Sem o uso de uma palmilha a tendência é que eles evoluam para uma situação mais sério.

Como escolher a melhor palmilha?

O ponto de partida para a escolha da palmilha ortopédica é uma consulta com o médico especialista. Como vimos, há modelos diferentes para condições diferentes. Ao seguir as recomendações do médico, será possível escolher aquela que ofereça o melhor suporte ao arco plantar, que permita diminuir a sobrecarga nas articulações e que ajudem no equilíbrio, dentre tantos outros pontos.

No entanto, vale sempre lembrar que, para que resultados satisfatórios possam ser obtidos, é necessário ficar atento a confecção da palmilha ortopédica. Ou seja, ela precisa abranger todos os pontos necessários da condição apresentada, por exemplo, o tamanho que pessoa calça, o peso corporal, região do pé que precisa ser trabalhada ou o tipo de deformação.

As palmilhas ortopédicas são um recurso muito útil para melhorar a vida das pessoas. Vale muito a pena consultar o médico ortopedista para que ele possa indicar como tudo deve ser feito!

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como ortopedista em São Paulo!

Posted by Dr. Thiago Bittencourt in Todos
Dor no joelho: pode ser por defeito na pisada

Dor no joelho: pode ser por defeito na pisada

A dor no joelho é uma manifestação comum e, por isso, afeta pessoas de todas as idades. Afinal de contas, essa é a maior articulação do nosso corpo. O que poucas pessoas sabem é que o sintoma pode ser resultado de alterações na pisada.

Para que você tenha uma ideia, este membro é constituído de ligamentos, tíbia, cartilagem, patela e fêmur. Por isso, quando acontece algum problema com uma dessas partes, as queixas sobre dores no joelho começam a surgir.

Vale lembrar que, frequentemente, essa área do corpo é submetida a esforços, alguns até exaustivos. Por esse motivo, as dores e lesões acabam sendo inevitáveis. Porém, esse não é o único motivo da dor no joelho, porque a forma como você pisa também pode desencadeá-la, como dito acima.

Se você balançou a cabeça de um lado para o outro em sinal de negação, não se preocupe, porque, neste artigo, explico mais sobre a relação entre dores no joelho e pisada.

Confira, a seguir.

Tipos de pisada

De forma geral, a pisada engloba a caminhada e também a impulsão. Ou seja, o momento em que o pé apoia o chão com o calcanhar, até o impulso feito com o auxílio do dedão.

Esse circuito revela o instante em que o pé entra em contato com o chão. Logo, ele mostra o momento que esse membro recebe o peso do corpo. Por isso, as pisadas erradas podem comprometer o joelho, além de outras partes do corpo.

Conheça os diferentes tipos de pisada.

Pisada pronada

A pronação é um movimento em que o pé se desvia exageradamente para dentro, no momento em que encosta no solo. Essa movimentação tende a prejudicar a distribuição do peso, favorecendo o surgimento de lesões e sobrecargas nas articulações.

Pisada supinada

A supinação já é o posto. Em vez de o deslocamento ser para dentro, ele é exageradamente para fora. Isso faz com que o peso corporal seja descarregado, com maior intensidade, para a lateral externa do pé. Portanto, nesse caso, também há sobrecarga e risco de lesões no joelho.

Pisada neutra

A pisada neutra é a ideal, porque toda a carga corporal é distribuída uniformemente nos pés, gerando impacto correto nos joelhos. Logo, este tipo de pegada absorve melhor os impactos e isso acaba protegendo as articulações.

Como corrigir as alterações na pisada?

O primeiro passo é a reabilitação, ou seja, a correção dos desvios articulares, que é feita a partir de exercícios pontuais orientados por especialistas. Afinal de contas, é imprescindível que o paciente tenha consciência do próprio corpo.

Depois, o uso de palmilhas anatômicas, bem como de calçados apropriados, faz a diferença nesse processo de recuperação da pisada. Pois, o amortecimento, nos caso das pisadas supinada e pronada, é muito importante.

Quais são as consequências para o joelho?

Como vimos, o membro inferior é muito importante, quando se trata da sustentação do corpo. Mas, além disso, ele também é responsável pelo equilíbrio, locomoção e transferência de peso enquanto andamos ou corremos. Portanto, os desvios nos joelhos também tendem a ser prejudiciais, quando não são corrigidos, tais como:

  • joelho valgo: o valgismo é quando um joelho se aproxima do outro, se desviando para dentro;
  • joelho varo: a perna de “cowboy”, como é popularmente conhecida, é caracterizada pelo desvio da articulação para fora.

A dor no joelho pode surgir por diferentes motivos, e a pisada incorreta é um deles. Por isso, conhecer os desvios que afetam o membro inferior é fundamental para corrigi-los com o acompanhamento médico.

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Ruptura do tendão de Aquiles: quais são as causas e tratamentos?

Ruptura do tendão de Aquiles: quais são as causas e tratamentos?

Resumidamente, o tendão de Aquiles é formado por fibras e está localizado na parte traseira da perna, acima do calcanhar. Ou seja, a localização dele é oportuna. Isso porque ele tem a missão de conectar o osso do calcanhar à musculatura da panturrilha. Logo, este é um tendão resistente.

Apesar disso, também é importante salientar que essa é uma das partes do corpo mais forçadas, sobretudo, durante corridas. Por isso, os rompimentos nessa região são mais comuns do que se pode imaginar. Afinal de contas, o esforço excessivo praticado sobre o tendão irritado, por exemplo, culmina na ruptura dele.

Quando isso acontece, a panturrilha fica bastante inchada, com hematomas, além de dolorida. Por isso, é difícil ou até mesmo impossível caminhar quando o rompimento dele é total. Neste artigo, apresento algumas das possíveis causas e ainda destaco os tratamentos recomendados. Quer ficar por dentro? Continue a leitura!

O que provoca a ruptura do tendão de Aquiles?

Normalmente, essa ruptura ocorre com maior frequência entre os 30 e 40 anos de idade. Os homens lideram o percentual de atingidos pela lesão. Nesse caso, os motivos mais comuns relacionados a essas lesões tem a ver com aumento de intensidade em alguma prática esportiva, fraqueza muscular e pisadas em falso.

Por isso, as paradas bruscas, as corridas, os saltos, os arranques durante uma competição, por exemplo, aumentam o risco dessas ocorrências. Além disso, o consumo de alguns antibióticos, bem como a infiltração com corticoide, usada para aliviar dores e inflamação, também estão associados à lesão.

Diagnóstico da ruptura do tendão de Aquiles

A investigação do médico, no caso de ruptura do tendão de Aquiles, é baseada em observação de movimentos específicos e exames físicos de modo geral. Além disso, a fim de que a análise seja completa e segura, o especialista também solicita exames complementares, como ressonância magnética, ultrassonografia, além de radiografia.

Quais são os tratamentos indicados?

Após o diagnóstico, o médico inicia o tratamento com base nos resultados obtidos, levando em consideração a gravidade da lesão, bem como a idade do paciente.

Geralmente, para corrigir o problema, os pacientes mais jovens optam pelo processo operatório, enquanto que os de idade avançada preferem o tratamento não cirúrgico. Ou seja, o processo cirúrgico é uma das formas que se tem para resolver o rompimento do tendão.

No entanto, o problema também pode ser tratado com imobilização da área afetada, no caso de ruptura parcial. E a cirurgia, normalmente, é mais indicada quando há rompimento total.

Independentemente disso, em ambos os casos, a fisioterapia é recomendada. A modalidade terapêutica possibilita o aumento da circulação sanguínea local, promove a propriocepção (capacidade de reconhecimento espacial do corpo), fortalece os músculos e ainda aliviar as dores e possíveis inflamações.

O tratamento de um paciente que passa pela recuperação, devido à ruptura do tendão de Aquiles, pode levar entre seis e oito meses. No entanto, a depender da gravidade da lesão, esse prazo pode ser estendido para até um ano, com sessões de fisioterapia sendo realizadas entre quatro e cinco vezes na semana.

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7 problemas ortopédicos que podem ser resolvidos com fisioterapia

7 problemas ortopédicos que podem ser resolvidos com fisioterapia

A fisioterapia ortopédica é uma especialidade que visa prevenir, tratar e recuperar a saúde de pacientes que sofrem com problemas ortopédicos. Ou seja, os profissionais dessa área contribuem para o tratamento de patologias e disfunções relacionadas à musculatura, aos ligamentos, à postura e aos ossos.

Neste segmento, são tratados tendíneas e disfunções osteomiarticulares, gerados por traumas, esforços repetitivos, fraturas, patologias ortopédicas, lesões, além de outros distúrbios relacionados.

Por isso, esta especialidade é muito requisitada quando se trata de prevenir e tratar acometimentos crônicos e agudos, que atingem o sistema musculoesquelético. Viu como essa especialidade é importante? Então, agora, confira para quais problemas ortopédicos a fisioterapia é indispensável!

Distúrbios tratados pela fisioterapia

1# Entorses

A entorse, muito comum entre os atletas, é caracterizada quando ocorre o rompimento ou estiramento dos ligamentos, ou seja, quando há ruptura do tecido fibroso que liga as articulações e os ossos.

Normalmente, ela é provocada por traumas, movimentos bruscos, torções, enfim, quando por algum motivo alguém sofre acidentes. No geral, a entorse atinge o tornozelo, as pernas e os joelhos. E, dentre os sintomas mais comuns estão: vermelhidão, inchaço, dor intensa, edema e dificuldade de locomoção

2# Bursite

A bursite é uma inflamação que ocorre nas bursas. As bursas, por sua vez, se parecem com uma almofada achatada. Elas são constituídas por membranas e cheias de sinovial, que é uma espécie de lubrificante viscoso.

Então, quando alguém executa movimentos repetitivos, por um longo tempo, as bursas ficam inflamadas e o corpo passa a produzir uma quantidade maior de sinovial, porém, menos viscoso. Ou seja, isso aumenta o tamanho das bolsas ou bursas, provocando dor e vermelhidão.

3# Osteoporose

Esta é uma condição que deixa os ossos fracos e quebradiços na medida em que a idade avança. Nesse caso, as mulheres, a partir dos 45 anos, são as mais afetadas pelo problema.

O papel da fisioterapia, neste contexto, é melhorar a qualidade de vida do paciente, a partir do fortalecimento dos músculos, melhora na coordenação corporal e equilíbrio, bem como prevenir possíveis complicações e deformidades.

4# Lombalgia

Como o próprio termo sugere, a lombalgia é uma dor que acontece na região inferior das costas, que vai irradiando pelas nádegas ou pernas. A depender do tempo de duração do sintoma, ela pode ser classificada como aguda, subaguda ou crônica.

5# Distensões musculares

Quando o músculo estica muito e, nesse percurso, ocorre a ruptura de algumas fibras musculares, músculo, ou tendão de uma forma geral, dizemos que houve uma distensão muscular. Os sintomas comuns nesse caso são: dor, dificuldade de locomoção, espasmos musculares e inchaço.

6# Luxações

A luxação acontece quando a articulação sai da posição normal. Ou seja, quando há um deslocamento repentino, parcial ou total das áreas externas dos ossos, que compreendem as articulações. Por isso, é muito comum que regiões como ombros, tornozelos, cotovelos, dedos, mandíbula e quadris sejam mais afetados por ela.

7# Lesão por esforço repetitivo (LER)

Assim como a bursite, as lesões por esforço repetitivo também são tratadas por fisioterapia, uma vez que elas podem afetar músculos, ligamentos, tendões e dedos. Enfim, elas provocam muita dor, fraqueza, formigamento e rigidez.

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Sapatos ortopédicos são realmente eficazes?

Sapatos ortopédicos são realmente eficazes?

De forma geral, os sapatos ortopédicos são constituídos para proporcionar conforto para os pés daqueles que os utilizam. Ou seja, o objetivo principal deles é cuidar da saúde, já que os problemas ortopédicos podem desencadear falhas significativas na coluna e nas articulações, por exemplo.

Também, é importante ressaltar que esses produtos geram equilíbrio e estabilidade para o corpo. Sendo assim, eles acomodam e proporcionam o apoio correto aos pés. Afinal de contas, o interior desse tipo de calçado é anatômico.

Se você deseja saber se os sapatos ortopédicos são realmente eficazes, eu já adianto que sim. Mas, neste artigo, ainda trago outras informações pontuais sobre os benefícios de usá-los. Quer descobrir quais são eles? Confira, a seguir!

Benefícios do sapato ortopédico

Corrigem problemas ortopédicos

A pressão excessiva, assim como a sobrecarga e pisada errada, compromete a saúde dos pés. Por isso, os sapatos ortopédicos são recomendados, uma vez que eles garantem a boa sustentação e o amortecimento adequado.

Além disso, eles proporcionam o realinhamento dos pés, facilitam a caminhada, favorecem a pisada ideal e, consequentemente, evitam dores e complicações posteriores.

Por exemplo, eles diminuem consideravelmente o cansaço e o impacto sobre os joelhos, quadril e tornozelo, reduzindo significativamente o risco de lesões nessas áreas.

Estimulam a circulação sanguínea

O fluxo sanguíneo é muito importante para os pés, porque ele evita problemas mais sérios, sobretudo em pessoas diabéticas. Afinal de contas, muitos pacientes com esse tipo de doença acabam desenvolvendo neuropatia diabética, quando a enfermidade não é tratada.

Por consequência, o distúrbio reduz a sensibilidade e o fluxo sanguíneo dos pés, fazendo com que o paciente fique mais propenso a lesões e consequente amputação do membro.

Nesse sentido, os calçados ortopédicos garantem a boa circulação sanguínea, evitando, dessa maneira, a sobrecarga dos membros inferiores.

Promovem conforto

Em média, uma pessoa dá de 5 a 10 mil passos por dia. Até aí, tudo bem. Mas, agora, imagine tudo isso utilizando sapatos apertados e desconfortáveis. No final do dia, certamente essa pessoa terá problemas e dores intensas.

O fato de os calçados ortopédicos serem anatômicos é imprescindível para a acomodação da planta dos pés e dos dedos. Pois a flexibilidade e maciez melhoram a pisada, corrigem a postura e ainda evitam os reflexos e dores na coluna e nas pernas.

Oferecem mais segurança

Outro benefício que ratificam o fato de os sapatos ortopédicos serem eficientes, tem a ver com a segurança. Sim, eles ajudam a evitar as dores, torções, já que a constituição deles é basicamente de material resistente e espesso. Logo, isso evita que os pés sejam lesionados ou afetados pelas deformidades do terreno pisado.

Custam menos que uma cirurgia

Infelizmente, quando os problemas ortopédicos não são tratados adequadamente, o custo disso pode ser maior. Pois, quando o paciente insiste em usar o calçado inadequado, a intervenção cirúrgica acaba sendo a única solução, a depender da gravidade.

Os sapatos ortopédicos são eficientes, principalmente porque proporcionam inúmeros benefícios a quem os utiliza. Além disso, eles se adaptam melhor à superfície e são mais resistentes. Portanto, sim, eles são fundamentais para a saúde dos pés.

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Saiba como o tipo de pisada pode influenciar no desempenho esportivo

Saiba como o tipo de pisada pode influenciar no desempenho esportivo

A corrida promove vários benefícios ao corpo. Ou seja, além de ser um ótimo exercício para reduzir o peso, ela também é uma atividade promissora, quando falamos da melhora da capacidade cardiorrespiratória, por exemplo. Mas, você sabia que o tipo de pisada pode influenciar no desempenho da corrida?

Pois é, alguns atletas ou amantes da corrida acabam não percebendo, mas o modo como eles pisam no chão pode, sim, interferir no rendimento do exercício. Além disso, isso ainda pode provocar lesões significativas durante o impacto.

Por isso, é imprescindível que os corredores conheçam os tipos de pisadas. Pois, dessa fora, todos ficam por dentro das consequências que elas podem trazer durante as provas ou treinos. Neste artigo, apresento alguns desses formatos e ainda mostro como isso interfere durante as atividades. Leia-o até o final e descubra!

Tipos de pisada e desempenho na corrida

Pisada supinada

Normalmente, a pisada supinada usa a área externa do pé, sobretudo o dedo mínimo, para realizar os impulsionamentos. Logo, podemos dizer que nesse tipo não há movimentação interior satisfatório do pé.

Ou seja, a particularidade dela está no fato de o esforço se concentrar no calcanhar externo e terminar na base do dedinho. Com isso, o peso do corpo é transferido apenas para os dedos menores, que não têm capacidade de suportar todo esse estresse.

Com o pé rolando mais para fora, os supinadores acabam colocando maior tensão nos tendões e músculos. Dessa maneira, a probabilidade de ruptura do ligamento total ou de uma entorse é maior.

Em geral, os indivíduos com o pé cavo, que representam aproximadamente 5% da população mundial, estão mais propensos a esse tipo de lesão. Por isso, os supinadores tendem a apresentar os pés mais rígidos, necessitando, portanto, de calçados com reforço de estabilidade e amortecimento neutro.

Pisada neutra

A neutra, por sua vez, realiza um movimento saudável para os pés. Por isso, tende a oferecer melhor desempenho na corrida, pois ela impulsiona a parte frontal do pé.

Nesse sentido, o pé gira rapidamente para dentro e o calcanhar toca o solo do lado externo, ocorrendo, dessa maneira, a rotação moderada para a parte interna, que culmina com a passada na parte central da planta do pé.

Ou seja, esta pisada não é nem supinada demais, nem pronada demais. Por isso, o peso é distribuído uniformemente, de modo a garantir a adaptação da carga corporal.

As pessoas desse grupo fazem parte dos 45% da população mundial e, geralmente, elas não se deparam com muitas restrições na hora de correr. Basta que elas escolham um tênis com amortecimento leve.

Pisada pronada

Diferentemente dos supinadores, a pisada dos pronadores inicia do lado de dentro do calcanhar e termina na área próxima ao tendão. Ou seja, nesse tipo, o pé faz um giro exagerado para dentro, quando a área externa do calcanhar toca o chão.

Quando a pronação é excessiva, os ligamentos do pé, assim como músculos e tendões, acabam esticando e isso tem uma razão de ser. Neste caso, o pé rola muito para dentro e o arco acaba achatando.

Logo, o tendão se afasta significativamente do segundo dedo, o que acaba dificultando a distribuição uniforme do peso corporal e complicando a capacidade do tornozelo de sustentá-lo. Por isso, os pronadores correm mais risco de sofrer lesões.

Normalmente, as mulheres são as mais acometidas por esse distúrbio, ocupando cerca de 50% da população global de pronadores. Essa característica fica ainda mais evidente durante a gravidez. Por isso, os tênis com controle de estabilidade e amortecimento leve são os mais indicados para esse perfil.

Conhecer o tipo de pisada é fundamental para melhorar o desempenho na corrida. Afinal de contas, com esse conhecimento é possível escolher os calçados mais adequados e evitar lesões.

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Quais tipos de sapato evitar para prevenir o joanete?

Quais tipos de sapato evitar para prevenir o joanete?

O joanete é uma condição particular, que implica cuidados na hora de comprar um calçado. Afinal de contas, não é só o aspecto estético que incomoda, uma vez que ele também causa dor.

Resumidamente, estamos falando de uma deformidade óssea provocada por uma curva lateral do dedão e do dedo mínimo. Ou seja, esse desvio, por consequência, acaba promovendo a formação de calos, além de uma saliência óssea redonda na lateral do pé.

Geralmente, esse tipo de distorção aparece por volta dos 20 anos de idade, em apenas um dos pés, devido ao uso de calçados inadequados. Mas, é válido ressaltar que isso também pode ocorrer nos dois pés.

Sabendo que os sapatos apertados, muitos fechados ou com saltos altos podem estar associados ao problema, neste artigo, ajudo você a escolher o sapato certo como forma de prevenção. Quer ficar por dentro dessas dicas? Então, continue a leitura!

Dicas para prevenir o joanete

Faça massagens nos pés

A primeira dica parece básica, mas, ela, com certeza, é muito eficiente quando se trata da prevenção de joanetes. Para que você tenha uma ideia, a massagem é uma opção que promove conforto e relaxamento aos pés. Quando você os massageia ocorre, automaticamente, alivio da tensão sobre o dedo.

Coloque os pés de molho

Outra forma de prevenir o joanete é deixando os pés de molho, por cerca de 20 minutos, numa bacia com água quente. Ou seja, numa temperatura que os pés possam suportar. Se quiser incrementar esse momento de relaxamento, acrescente à água um pouco de sulfato de magnésio.

Enquanto você navega na internet com o seu dispositivo ou assiste TV, por exemplo, a água quente alivia as dores e melhora a circulação, ao passo que o sulfato de magnésio reduz a inflamação, melhora o fluxo sanguíneo e ainda potencializa as funções nervosas e musculares.

Evite sapatos duros

Os sapatos ortopédicos são os mais recomendados para quem deseja ficar livre dos joanetes. Isso porque eles são anatômicos e, por isso, encaixam os pés de forma adequada e ainda melhora a pisada durante as corridas e caminhadas.

Já os sapatos duros, ou seja, aqueles com os solados muito rígidos, além de gerarem dor, também provocam estresse na articulação do dedão.

Use palmilhas ortopédicas

Quando falamos de prevenção, também estamos falando de cuidado. Isso quer dizer que, ao utilizar os seus sapatos, opte pelas palmilhas ortopédicas, uma vez que elas atuam de maneira ergonômica, diminuindo o atrito e o contato dos calçados durante as pisadas. Isso sem mencionar o fato de que elas são constituídas com materiais de qualidade.

Observe o formato do calçado

A parte da frente do calçado, sobretudo para quem deseja evitar os joanetes, precisa apresentar um bico mais arredondado ou aberto. Isso é importante porque os sapatos de bico, além de gerarem desconforto e dor, aumentam a probabilidade de se desenvolver joanetes.

Os sapatos com salto muito alto também devem ser evitados, uma vez que eles geram muita compressão dos ossos e isso resulta justamente naquilo que queremos evitar.

Como vimos, o joanete começa a surgir a partir dos 20 anos de idade. Ou seja, o processo de prevenção precisa começar cedo, a partir da escolha certa para os pés. Nesse caso, além dos calçados apropriados, tente criar uma rotina de cuidado para os pés, a fim de que isso possa relaxá-los e livrá-los das dores.

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Entorse no tornozelo: quando procurar um médico?

Entorse no tornozelo: quando procurar um médico?

De fato, os atletas estão mais propensos a sofrerem lesões osteomusculares. No entanto, é válido ressaltar que qualquer pessoa está sujeita a isso no dia a dia. Por exemplo, uma entorse no tornozelo pode ocorrer durante a quebra de um salto de sapato ou mesmo quando pisamos em um buraco sem querer. Viu?

O que é uma entorse de tornozelo?

Resumidamente, a entorse no tornozelo é uma contusão que ocorre com certa frequência. Nela, os ligamentos concentrados na região do tornozelo são estirados e rompidos, uma vez que a virada forçada do pé culmina em lesões na parte externa do tornozelo.

É válido informar que a lesão pode ocorrer por diversas causas, que incluem:

  • falta de treinamento;
  • falta de aquecimento antes dos treinos;
  • uso inadequado de calçados durante a prática esportiva;
  • apoio incorreto dos pés;
  • pisada em falso;
  • obesidade;
  • queda de salto alto, entre outros fatores.

Os sintomas desse tipo de lesão vão desde edemas a hematomas. Contudo, algumas ocorrências, não graves, podem ser tratadas em casa. Neste artigo, especificamente, destaco em qual situação você precisa procurar ajuda médica. Quer ficar por dentro? Leia o artigo até o final!

Atenção aos sintomas

Durante a entorse do tornozelo, alguns sinais são bem característicos, como a sensibilidade ao toque na região afetada, o aumento da temperatura local, a intensidade da dor, a vermelhidão, a dificuldade de se colocar de pé ou mesmo andar. Enfim, além dos edemas e hematomas, esses indicadores precisam ser observados,

Conheça a gradação das lesões de tornozelo

Geralmente, o tipo de tratamento e o tempo de recuperação do paciente lesionado variam de acordo com o grau da lesão acometida. Ou seja, há lesões leves, moderadas e graves. Por isso, o conhecimento a respeito dessas gradações é muito importante.

Lesão leve

Aqui, ocorre o estiramento dos ligamentos, porém, não há ruptura macroscópica. Isso quer dizer que, embora haja dor, edema e sensibilidade, o indivíduo apresenta pouca ou nenhuma perda funcional, além de não haver instabilidade articular ou mecânica. Portanto, os sintomas costumam desaparecer em menos de uma semana.

Lesão moderada

Neste caso, ocorre a ruptura parcial. Logo, podemos dizer que há dor moderada, relaxamento leve, edema e sensibilidade. Dessa maneira, neste tipo de lesão o paciente apresenta fragilidade articular de leve a moderada, além de perda razoável na mobilidade articular. Ou seja, a dor costuma durar até 15 dias.

Lesão grave

Nesta situação, a ruptura é total, sendo assim, o edema é significativo, assim como frouxidão do tornozelo. Além disso, a articulação se torna instável e a dor é muito forte. Logo, o prazo mínimo de recuperação do paciente é de um mês.

Ajuda médica para a entorse do tornozelo

Bem, como vimos, no grau leve as rupturas são muito pequenas e só podem ser vistas por meio de microscópio. Ou seja, o tornozelo fica enfraquecido, mas não costuma doer tanto ou mesmo ficar muito inchado. Portanto, nessa situação, é possível que o problema seja resolvido com compressas e descanso.

Já nos graus moderado e grave de entorse no tornozelo, o paciente deve procurar um médico, a fim de que ele prescreva um diagnóstico pautado nos exames realizados. Pois, em ambos os casos, os nervos podem ser danificados e isso tende a evoluir para algo mais complexo.

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Pé torto congênito: quais são os tratamentos?

Pé torto congênito: quais são os tratamentos?

O pé torto congênito, em suma, é caracterizado por uma deformidade na qual o bebê nasce com o pé virado para o lado de dentro. Quando isso acontece com apenas um dos pés, chamamos esse fenômeno de unilateral. Agora, quando ocorre com os dois membros, denominamos de bilateral.

Normalmente, o diagnóstico de pé torto congênito é realizado assim que a criança nasce. Porém, em alguns casos, quando a imperfeição não é visível, a detecção é feita por meio de exames de ultrassom, a partir dos seis meses de vida do bebê.

As explicações sobre esse tipo de má formação congênita ainda não são uniformes entre os especialistas. Afinal de contas, alguns acreditam que essa condição é resultante de uma alteração genética, enquanto outros defendem que a causa seja uma frouxidão nos ligamentos do quadril e dos pés.

Embora não haja um consenso científico sobre isso ainda, você não precisa se preocupar, porque há formas de tratar o problema. Então, neste artigo, apresento algumas delas. Leia-o até o final e fique por dentro!

Tratamento para o pé torto congênito

Método de Ponseti

Basicamente, esta metodologia utiliza a técnica gessada. Ou seja, o gesso é posicionado até a estrutura da coxa e o pé da criança é colocado dentro do gesso. Então, a cada sete dias, o gesso é trocado, a fim de reduzir ao máximo as deformidades. No caso, são realizados, em média, entre cinco e sete trocas.

Com esse método, depois da última troca, praticamente a maioria das deformidades, como varo, cavo e pé aduto, é corrigida, exceto o equinismo. Normalmente, esse problema é corrigido através de uma tenotomia percutânea, técnica de alongamento do osso e do tendão.

Depois que o equinismo é corrigido, o pequeno paciente fica engessado por cerca de três semanas, sendo colocado em uma dupla-abdução ou órtese de Denis-Browne.

Procedimento cirúrgico

Outra forma de resolver o problema é por meio de cirurgia. Nesse caso, o procedimento é realizado quando as outras metodologias não estão dando certo. Ou seja, depois que os resultados da técnica gessada forem insatisfatórios.

A operação, normalmente, é feita quando a criança tem de três meses a um ano de idade e, depois de operada, ela ainda fica usando o gesso por cerca de três meses.

No entanto, é importante frisar que a cirurgia não cura, mas melhora o aspecto estético do pé ou dos pés. Além disso, com o passar dos anos, é possível que surja um efeito negativo. Isso porque depois de determinada idade, a força dos músculos das pernas e dos pés pode diminuir.

Fisioterapia

Independentemente dos métodos de correção citados, a fisioterapia é imprescindível nos dois casos, uma vez que ela é capaz de fortalecer o músculo das pernas das crianças.

Além disso, esse tipo de tratamento é muito importante, porque ajuda a firmarem melhor os pés, após essas técnicas. Afinal de contas, o tratamento fisioterapêutico engloba bandagens, alongamentos e manipulações.

Mesmo que ainda não haja um consenso científico sobre a origem do pé torto congênito, é importante mencionar que as crianças que nascem com o pezinho torto são saudáveis e que, apesar da aparência dos pés, ele por si não provoca dor ou gera desconforto para elas.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como ortopedista em São Paulo!

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17 causas de artrose nos pés

17 causas de artrose nos pés

De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, dentre todas as doenças definidas como reumatismos, a artrose é a que ocorre com mais frequência, respondendo por cerca de 30% dos casos. A artrose nos pés, por exemplo, é um dos tipos da doença e pode ser provocada por vários fatores.

É sobre eles que falaremos neste artigo. Quer saber mais? Então, continue a leitura para entender tudo sobre o assunto.

O que é a artrose?

A osteoartrose, como também é conhecida, é o nome dado ao desgaste da cartilagem que recobre as extremidades dos ossos, ligamentos, membrana e líquido sinovial.

As cartilagens articulares funcionam como uma rede de proteção, que impede que um osso se choque com o outro. Elas são compostas por água, colágeno e proteoglicanos.

No momento do impacto, as cartilagens são comprimidas e eliminam água do seu interior. A doença ocorre quando há um maior volume desse líquido no interior da cartilagem.

A artrose é dividida em dois tipos, primária e secundária. A primária diz respeito aos casos em que não há uma causa identificada para esse desgaste. Quando é secundária, significa que a origem da doença é conhecida.

As áreas mais afetadas são as mãos, os joelhos, as coxofemorais e a coluna. Porém, os pés também podem ser acometidos. Ela é resultado de um defeito na posição dos ossos que formam o tornozelo com o médio-pé.

Existem diversos fatores que podem causar artrose nos pés, desde alterações posturais ou da mecânica do pé, até herança familiar ou em consequência de algumas doenças que provocam o desgaste da cartilagem.

Quando não tratadas de forma breve, os pés podem ficar deformados e rígidos, dificultando a caminhada e o uso de calçados. Nos pés, a artrose pode se manifestar na parte de trás do tornozelo (retropé), na região do pé próxima ao tornozelo (mediopé) ou no antepé.

Quais são os sintomas da osteoartrose no pé?

A artrose pode ser assintomática, evoluindo sem apresentar qualquer sinal e ser diagnosticada apenas no estágio avançado. Quando manifesta sintomas, eles são bem característicos. O principal deles é a dor que piora no final do dia ou após muito tempo em inatividade.

Os outros sintomas são crepitação, estalidos na articulação, redução da mobilidade, inchaço, calor local, perda de força muscular ou de amplitude de movimento e rigidez da musculatura.

Quais são as causas de artrose nos pés?

A artrose nos pés pode ter várias origens ou surgir pela combinação de diversos fatores. Entre as principais causas estão:

  1. Sequelas de fraturas nos ossos que compõem o tornozelo;
  2. Fusão congênita dos ossos da região;
  3. Pé plano (pé chato);
  4. Pé calvo;
  5. Osteocondrite;
  6. Osteonecrose;
  7. Desalinhamento das articulações;
  8. Excesso de carga;
  9. Fraqueza muscular;
  10. Em consequência de cirurgias anteriores que deixam a articulação instável;
  11. Lesões nas articulações;
  12. Idade avançada;
  13. Histórico familiar da doença;
  14. Hipermobilidade;
  15. Displasia;
  16. Descontroles hormonais que alteram o metabolismo ósseo;
  17. Reumatismo.

Essas são apenas as causas mais comuns da artrose nos pés. Isso porque tudo que pode provocar desgaste na cartilagem pode produzir uma artrose.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como ortopedista em São Paulo!

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